quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Convertidos ao Amor


Você pode achar estranho a colocação que fiz em meu título, pode até entender que errei, que deveria ser: "Convertidos pelo Amor"; mas não é o que venho tratar aqui, venho falar sobre uma Conversão ao Amor.
Por mais fora de prática que pareça essa conversão, ela precisa acontecer. Você pode me perguntar: "Mas nossa conversão não é a Cristo?" Eu terei que responder que: Nossa conversão é EM CRISTO, ao Amor. Nosso encontro com Cristo deve nos levar a converter-nos ao Amor. A transformação que Cristo faz e deve fazer é esta: Nos Levar a Amar.
Gostaria de usar mais uma vez de exemplo, a tão falada e tão mal compreendida conversão de Paulo. Essa sim, foi uma conversão ao Amor. Aquele que antes Devastava a igreja (Atos 8.3 NVI), perseguia, enjaulava, obrigava, era um exímio religioso, não se importava com as pessoas, e sim com a lei, com a religião, o dogma, a instituição. Agora convertido ao Amor, levava o evangelho, dava sua vida ao ministério, amava pessoas!
Muitos ainda como Paulo são: cléricos eclesiásticos, líderes, pastores, discipuladores, membros, evangélicos, afinal ser evangélico é frequentar a igreja! só não podemos usar o termo "Cristão" para esses, afinal, chamaríamos de pequenos cristos e não são! Esses que por tantos anos, frequentam as igrejas, dirigem assembléias, cultos, ofertórios e etc. são convertidos a uma religião, não ao amor através de Cristo! Pois, perseguem, dogmatizam, inquirem, enjaulam, estruturam, ensinam a ser religioso e não ser Cristão! É um peso tão grande colocado, que muitos não suportam! Essa visão devasta a igreja.
Ao encontrar-se com Cristo, Paulo é convertido ao Amor, seu religiosismo caí, ele então vai atrás das pessoas para libertar, amar, cuidar, mostrar o Caminho que é Cristo Jesus e que agora ele experimenta, ele Caminha e vive com zelo.

"Portanto, andeis de modo 'digno' da vocação para que fostes chamados". Fomos chamados a AMAR, a abraçar as crianças, a alimentar os pobres e perdidos, estender as mãos aos fracos, libertar os presos e cativos do pecado, Caminhar juntos o Caminho de Cristo!

Naquele que quer nos fazer um no Amor!
Joaze Lima, Pr.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ainda não aprendemos: Viver Juntos!


Ainda não aprendemos: Viver Juntos!

Eis aí, uma grande questão: Viver Juntos! Como é complexa essa relação, essa situação! Viver junto parece ser impossível ou humanamente impraticável, mas como não temos escolha, vamos convivendo.
Dessa expressão já se pode tirar alguns pensamentos interessantes, que nos levam e entender esse dilema. No dicionário on line, Priberiam, a palavra conviver significada: Viver com o outro, ter intimidade. Em muito dizemos que convivemos com determinada situação ou pessoa, convivo com tais ou quais pessoas! Mas com certeza não aprendemos a Conviver!
Vivemos todos juntos, na “casa comum” (planeta terra). Nela crescemos, desenvolvemos amizades que no princípio são inocentes, mas com o passar dos anos são cheias e interesses... Nela trabalhamos, servimos, amamos, choramos, pensamos, gozamos, alegramos! Tudo na grande Casa, convivendo com milhares ou pelo menos centenas de pessoas todos os dias, no ônibus, na esquina, na fila do pão, na escola, na empresa, nos banheiros públicos, em casa.
Em casa, enquanto âmbito familiar é onde esse termo conviver alcança, talvez, o ápice de sua aplicação e sentido. É em casa que conseguimos ou tentamos ter intimidade; ainda assim, é provavelmente o lugar onde mais nos machucamos, somos frustrados e frustrantes, maldosos e injustos. É dentro de casa que a máscara não tem vez, e os meus desejos, minhas prioridades e meus “negócios” têm de ser respeitados.
Assim, se aumentarmos nosso ângulo de visão, agora em nossos terrenos e espaços temos direito a fazer o bem quero e interessa, não importando se a água que eu consumo pode fazer falta para meu visinho em algum tempo! Já que pago, não tem problema o consumo de energia e de lixo exacerbado que tenho, estou no meu ‘direito’! (tem-se usado bastante esse termo).
Ainda não aprendemos a viver juntos, nossas atitudes não levam em conta o nosso próximo! Minhas posturas morais (enquanto culturais, e instituídas pelo meio, religião, sociedade e etc.) nem sempre é ético (enquanto princípio, e valor para o bem comum). “Tudo o que se pode fazer para se morar bem juntos, é moral e ético” ; olhando assim, minhas atitudes devem ser tomadas e equilibradas seguindo o crivo do bem ao próximo e do resultado dela à nossa casa comum.


CUIDEMOS ENTÃO!
Joaze Lima, Pr.